Como estudar inglês em NYC: 4 maneiras

Oi Gente!

Para quem está me acompanhando pelo Instagram (@manunomundoo), tem visto que voltei para as salas de aula para aperfeiçoar o meu inglês. E como tem muita gente interagindo pelo Insta e fazendo perguntas de como estudar inglês em Nova Iorque, eu resolvi criar esse artigo aqui no blog e também fazer um vídeo no meu canal do YouTube (Manu Muniz / Manu no Mundo).

Recapitulando: Eu moro no Brooklyn, NYC tem dois anos, com o meu marido que é americano. Quando eu cheguei aqui o meu inglês era muito básico, no estilo "The Book is on the table". Comecei a estudar inglês, e posso dizer que isso me ajudou (e muito) no meu processo de adaptação. As aulas fizeram com que eu me tornasse mais segura para viver a minha nova rotina. Tive a oportunidade de estudar em 4 instituições diferentes e vou compartilhar as minhas experiências aqui com vocês:

1. NYPL

Essa é a sigla para a New York Public Library, ou Biblioteca Pública de Nova Iorque. Foi o meu primeiro contato com a língua americana aqui na terra do Tio Sam. As aulas são gratuitas e são divididas pelas estações do ano. Tive a oportunidade de estudar durante duas temporadas: outono e inverno.  

Apesar de oferecer aulas gratuitas, a instituição é bem organizada. Há um controle de presença, não é permitido atrazo, há muitos exercícios para fazer e prova de conclusão. São duas aulas por semana com 1h 30min cada. Os professores são nativos e as aulas acontecem na Biblioteca. Eles não pedem nenhum documento para a sua inscrição nas aulas (ou seja, não é preciso o Visto de Estudante), apenas solicitam seu comprometimento. E se você faltar mais de 2 vezes, está fora da próxima turma.  

Para quem não sabe, existem vários prédios da Biblioteca de NY espalhados pela cidade (e não só aquele prédio lindo no Bryant Park). Para se matricular nas aulas, é preciso ir à Biblioteca e se inscrever e depois passar por uma avaliação que vai determinar o seu nível, depois a Biblioteca te indica para o endereço mais próximo da sua casa e que tenha o seu nível. Todos os anos há uma data certa para o inicio das aulas, então vale conferir a grade de horário no site da NYPL AQUI.

 

2. Internacional Center

Descobri esse curso online e fiz a aplicação no site deles. Havia uma lista de espera para poder frequentar as aulas e quando surgiu a vaga, recebi um e-mail com o horário e dia para a minha entrevista de nivelamento de turma. A estrutura do Internacional Center é bem parecido com a dinâmica da Biblioteca Pública de Nova Iorque, com aulas gratuitas em grupos de diferentes níveis. Mas aqui existe uma programação de aulas com assuntos específicos, como por exemplo História, Arte, Gramática e Vocabulário. E resistentes permanentes (com o Green Card), possuem uma vantagem sobre os demais inscritos.

Além disso, é possível fazer aulas particulares de conversação com voluntários que são nativos da língua, mas nem sempre são professores. Para essas aulas, é pedido uma ajuda de custo de 10 dinheiros de dólar por hora. A minha instrutora no caso, trabalhou na biblioteca da Universidade de Columbia, e me corrigia direto. Essas aulas são agendadas de acordo com a sua disponibilidade e a do seu instrutor.

O Internacional Center contribui para a adaptação dos imigrantes em Nova Iorque, e tem várias atividades de integração com a cultura, não só turismo, mas pique-nique, happy hour entre outras. O prédio fica localizado no Centro Financeiro de Manhattan e o site para mais informações está AQUI.

 

3. Baruch Collage

O Baruch Collage é uma das instituições que fazem parte do grupo de universidades que formam as Universidades da Comunidade, ou Community Collage. São universidades que oferecem cursos com um valor mais acessível que as grandes universidades conhecidas mundialmente. Mas o fato de ser mais acessível não quer dizer que seja gratuita. Fiz um investimento grande (em torno de 3mil dinheiros de dólar), para poder estudar durante um semestre, o que na verdade aqui eles chamam de temporada e no meu caso eu fiz no inverno de 2017 : janeiro, fevereiro e março. Clique AQUI para saber mais, e depois clique em ESL (English as a Second Language - Inglês como Segunda Língua).

Foi um tempo que me dediquei muito, com aulas de segunda à sexta-feira das 9am à 1:30pm e durante duas vezes na semana com aulas no período da tarde que iam até 3:40pm. Durante esse tempo eu senti o ritmo americano, com intervalos curtos entre as aulas, toneladas de trabalhos para fazer em casa e cobrança.

Mas o resultado foi recompensador! Receber elogios de que meu inglês havia melhorado, sentir mais segura ao falar, em algumas situações não saber o certo, mas já notar o que estava errado, para mim não tinha preço. Para realmente sentir um avanço das minha fluência em inglês eu me esforcei para falar português duas horas por dia. Esse truque me ajudou a mergulhar com tudo no inglês e superar meus limites. Foi duro, mas eu colocava o cronometro e falava com os amigos e familiares do Brasil com tempo certinho =)

 

4. ILSC NYC

Mesmo completando 2 anos de Estados Unidos e de ter feitos esses cursos eu sentia que precisava melhorar o meu inglês, por isso pesquisei uma escola que fosse próximo da minha casa, que fosse com uma bola relação custo benefício e claro: que tivesse aulas durante o período que eu não fosse viajar. Falei direto com o Adriano, que me ajudou e ajuda o tempo todo.

A ILSC é uma escola de idiomas com várias unidades pelo mundo e a minha escola fica em Manhattan no coração financeiro, pertinho do One World Trade Center. A localização para mim fez toda diferença, pois fica apenas 20 minutos de metro da minha casa, 5 minutos andando da estação de metrô Fulton.

As minhas aulas foram agendadas para a parte da tarde, começando a primeira aula às 1:20 pm e a segunda 3:20 pm. Os professores são nativos, com formação e treinamentos para ensinar o idioma americano além dos livros, tornando a aula dinâmica. Usamos textos e situações do dia-a-dia para aprender expressões, gramática, vocabulário e praticar a falando. Tenho avaliação de provas toda semana, trabalhos para apresentar e também há outros dois pontos contam para a sua avaliação: pontualidade e participação em sala. 

O investimento foi em torno de 600 dinheiros de dólar para um mês de aula e inclui o livro didático.

 

Bom, essas foram as minhas experiências com cursos de inglês. E posso dizer que foram experiências que me ajudaram muito no processo de adaptação. Eu espero que vocês tenham gostado e caso tenham mais algum detalhe que vocês precisam, é só escrever para mim!

 

Um beijo,

Manu =)

 

Glossier - NYC

Maquiagem é uma escolha (faça uma boa escolha)". São com essas frases que as embalagens da Glossier chegam a sua casa.

"Pele primeiro. Maquiagem segundo. Sorria sempre" ou "Cuidado com a pele é essencial". "Maquiagem é uma escolha (faça uma boa escolha)". São com essas frases que as embalagens da Glossier chegam a sua casa.

O showroom da Glossier fica localizado entre Chinatown e Soho, e funciona das 12pm as 8pm, e para chegar é preciso pegar o elevador (não arrisque ir de escadas como eu! Parei no escritório e pegamos o elevador até o showroom - sim, Manuzei!).

A decoração é clean, com tons de branco, rosa claro e fotos de modelos com os produtos. Há duas cadeiras de madeira e também lavandas penduradas no teto. Os totens com os produtos são todos mostruário que permite os consumidores terem uma experiência maior. E para finalizar seu pedido, só falar com uma das atendentes que vestem um macacão rosa. Ela entregará uma comanda e você realiza o pagamento e pega os produtos no mesmo balcão.

Há uma pia na sessão de hidratantes e máscaras que te permite retirar o produto pós teste, ou mesmo lavar as mãos ou o rosto antes/após os testes.

 

A filosofia da marca é ser uma empresa de beleza inspirada no que as mulheres precisam na vida real. Com isso, criariam o que chamam de "new essencial" (novo essencial): simples de usar, básico como sua rotina diária de beleza. Os produtos caíram no gosto das consumidoras quando ainda só era possível a compra pela internet. E a cada lançamento de um novo produto, uma lista de espera de até 10.000 nomes esperando pelo o produto, como aconteceu com o com a pomada e eyebrow Boy Brow.

 

Quando apresentado ao mercado em 2014, pela eterna it girl Emily Weiss, Glossier prometia ter e ser uma empresa de cuidados com a pele como maquiagem (maquiagem + cuidado com a pele no mesmo produto). E a qualidade dos produtos surpreendeu à todos.  No início a marca era chamada como "Into the Gloss" mas, por uma questão estratégica mudou para Glossier.  Em dois anos a marca pulou de uma start-up de beleza que só vendia por internet para ter seu próprio showroom em Manhattan, NYC nas redondezas do Soho, e com 44 funcionários (muitos deles também trabalham como modelo). E fechou 2016 com uma marca incrível de 600% de crescimento. E em seu fechamento a marca falou "se em 2016 as marcas foram suas amigas, Glossier quer ser sua BFF."

 

No dia da minha visita ao showroom estava tendo uma sessão de fotos, com isso as funcionárias informavam o horário da reabertura e como gift deram um cherry blam dotcom. Além de hidratar deixa os lábios, o produto tem uma testura natural de um tom rosado que deixa o look saudável. A fragrância é leve e você não fica tentada a lamber e tirar todo o produto.

 

Super valeu o dia!

E de quebra, ganhei um coração da marca que acompanhou o meu stories enquanto eu visitava :-)

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