Meu relato de parto - Parte 2: A noite em que tudo começou

Convidei o Ryan para curtir o que poderia ser o nosso último fim de semana à sós - e foi né?
Fomos à praia, assistimos o por do sol, tivemos um jantar só nosso, e ndomingo, 7 de junho, eu e o Ryan tivemos nosso último “date” antes de virarmos oficialmente pais.

Praia, jantar e tempo só nosso.

À noite, por volta das 11 horas, senti uma cólica na parte baixa da barriga. Ryan lembrou que poderiam ser contrações de treinamento.Caminhei, mudei de posição, bebi água e melhorou, como era a recomendação que recebemos no curso que fizemos no hospital.

Então dormi.

Até aproximadamente 2 da manhã. Acordei com uma sensação familiar: “Eu acho que vou fazer xixi.” Cheguei ao banheiro.

E a bolsa estourou.
Acordei o Ryan.
E, curiosamente, nós estávamos muito tranquilos.

Começamos a fazer exatamente o que tínhamos aprendido nas aulas do hospital: observar o horário, a coloração, o cheiro, a quantidade de líquido e como eu estava me sentindo.

À medida que eu me movimentava, mais líquido saía. Depois apareceu um pouco de líquido rosado, o que me deixou mais alerta, mas o o Ryan calmo me acalmou. Ligamos para o hospital e o médico de plantão pediu que fôssemos para uma avaliação. Até então, minhas contrações ainda eram leves, pareciam cólicas menstruais, leves.

E então cometi um pequeno erro: Ryan resolveu cozinhar. E eu não comi.

Porque achei que chegaríamos ao hospital e ouviríamos: “É o começo. Voltem para casa.”

Esse foi um dos maiores arrependimentos do meu parto.

Chegando ao hospital

Chegamos aproximadamente às 3h40 da manhã.

Confirmaram que realmente era líquido amniótico e eu estava com cerca de 2,5 cm de dilatação. Fui internada. A partir dali, monitoramento fetal, contrações, meus sinais vitais, acesso no braço e dieta líquida olha o arrependimento ae.

Às 7h, eu estava com 4,5 cm. Eu ainda estava relativamente tranquila. Eu e Ryan conseguimos até dormir um pouco.

Mas, por volta das 10h, as coisas começaram a mudar rapidamente.

As contrações ficaram muito mais fortes.

Manu Muniz

Oi! Aprendi a rever minha forma de consumo e viajar com a carryon! Aqui no blog, compartilho experiências e dicas de viagens, além de inspirar viajantes a montar uma mala prática e leve. Quando não estou viajando, recebo viajantes na Casa Delaware.

http://www.manunomundo.com
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